8:30 PM
Olá amigas!! Eu estava em busca de respostas sobre as dificuldaddes que tenho tido com relação as birras e teimosia do meu filho e acabei encontrando este texto e decidi postar... É meio "grandinho" mas vale a pena ler até o final.
Educação
A importância do limite
Saber dizer “não” é, segundo os especialistas, um dos aspectos importantes e saudáveis da educação de crianças e adolescentes.
Uma das maiores dificuldades na educação de uma criança consiste na tarefa de saber dosar amor e permissividade com limite e autoridade. Todos têm consciência da importância de impor limites, mas o fato de saber disso não é suficiente para fazer desta uma tarefa fácil. Os pais freqüentemente se deparam com muitas dúvidas: Estou agindo certo? Onde eu errei? Por que ele não me obedece?
É importante analisar como a noção do proibido vai se constituindo ao longo do desenvolvimento infantil para compreender melhor o comportamento da criança. Ela, até o fim do primeiro ano de vida, obedece ao princípio primordial da vida humana: o princípio do prazer. Por isso procura apenas fazer o que lhe causa satisfação e tenta fugir do que é vivido como algo desprazeroso. Nesse estágio, ela age por impulso instintivo. Esse é o primeiro sistema de funcionamento mental, o mais primitivo e existente desde o nascimento do indivíduo, que é denominado pela psicologia de id.
O id é essencialmente impulsivo – age primeiro e pensa depois. É imperioso, intolerante, egoísta e amoral; é agressivo, sexual, destrutivo, ciumento, enfim, é tudo que existe de selvagem em nossa natureza. Assim, a criança quer fazer tudo o que lhe vem à mente: deseja o que vê, imita o que fazem ao seu redor e tem permanentemente insaciável e ativa a sua curiosidade que, freqüentemente, aborrece, preocupa e constrange as pessoas. Ao mesmo tempo, essa impulsividade é uma das necessidades mais prementes em seu desenvolvimento, que, quando reprimida, gera crianças sem brilho, apáticas, desinteressadas e rigidamente bem comportadas. A necessidade de tocar, apalpar, mexer, demonstrar, destruir, desfazer e tentar reconstruir objetos são atividades importantíssimas e fazem parte de sua forma de entrar em contato com o mundo externo.
A partir dos 18 meses, a criança começa a se opor para afirmar-se e existir por si mesma. É o início da fase do não, tão temida pelos pais, e que termina, na melhor das hipóteses, por volta dos três ou quatro anos. Nessa fase, trata-se de uma oposição sistemática, porém necessária à estruturação e organização de sua personalidade. Basta substituir o "não" por "eu" para se ter a chave do problema. Para uma criança, dizer "não" significa apenas: "Eu acho que não! E você?" Ela quer simplesmente uma resposta dos pais que, favorável ou não, terá, pelo menos, o mérito de indicar os limites. A partir dos três ou quatro anos, a criança passa, pouco a pouco, do "não" sistemático – modo de comunicação arcaico, mas necessário ao seu desenvolvimento – para o "não" refletido, que afirma seus gostos e escolhas.
Culpa e castigo
Desde cedo, a criança percebe que seu comportamento impulsivo, em vez de satisfação, freqüentemente acarreta uma censura por parte do mundo externo. Ela passa, assim, a dominar suas atividades instintivas. Como, acima de tudo, a criança deseja o apoio e a aprovação dos adultos e necessita imensamente deles, especialmente do pai e da mãe, começa a compreender que precisa controlar melhor seus desejos e impulsos. Ao conformar-se gradualmente com as imposições do meio ambiente (educação), controlando ou repelindo os desejos que não podem ou não devem ser satisfeitos, vai se estruturando o sistema moderador ou filtrador, o ego.
O ego faz com que a criança troque o princípio do prazer, que orientava suas atividades instintivas, pelo princípio da realidade, mediante o qual consegue adiar ou anular os impulsos que não são adequados ao meio em que vivem. O ego coloca-se como intermediário entre o id e o mundo externo, entre as exigências impulsivas e as restrições do meio.
A parte moral ou ética da personalidade se manifesta quando julgamos nossos atos na categoria de bom ou mau. Essas considerações dependem de um sistema de autocensura, denominado superego. O superego desenvolve-se a partir do ego, mediante a internalização ou incorporação dos modelos externos, das advertências e censuras.
O superego passa a atuar sobre a criança da mesma maneira que os pais: punindo-a quando se comporta mal e dando-lhe a sensação de bem-estar quando age corretamente. A punição assume um aspecto de sentimento de culpa ou de inferioridade, de angústia ou inquietação. A recompensa proporciona, por sua vez, orgulho, realização ou sensação de cumprimento do dever, ou seja, uma virtude.
Até dois ou três anos, a noção do proibido não lhe faz ainda muito sentido. Será preciso repetir-lhe muitas vezes o que ela pode ou não pode fazer, explicando-lhe em poucas palavras a razão dessa proibição. Somente depois dos três ou quatro anos a criança passa a compreender, cada vez melhor, as ordens dadas, começando a entender as noções de bem e de mal. E, a princípio, ela procurará obedecer aos pais somente para satisfazê-los.
As crianças, ao contrário do que se pensa, são muito preocupadas com regras. Parece que agir dentro de limites, cuidadosamente estabelecidos, oferece-lhes uma estrutura segura para lidar com uma situação nova e desconhecida.
É fundamental que os adultos tenham clareza de suas convicções e sejam fiéis a elas, pois, para os pequenos, eles são modelos vivos a serem seguidos. É por meio do convívio com essas fontes de referências que eles vão estruturando a sua própria personalidade.
A criança que não aprende a ter limite cresce com uma deformação na percepção do outro. As conseqüências são muitas e, freqüentemente, bem graves como, por exemplo, desinteresse pelos estudos, falta de concentração, dificuldade de suportar frustrações, falta de persistência, desrespeito pelo outro – por colegas, irmãos, familiares e pelas autoridades. Com freqüência, essas crianças são confundidas com as que têm a síndrome da hiperatividade verdadeira, porque, de fato, iniciam um processo que pode assemelhar-se a esse distúrbio neurológico. Na verdade, muito provavelmente trata-se da hiperatividade situacional, pois, de tanto poder fazer tudo, de tanto ampliar seu espaço sem aprender a reconhecer o outro como ser humano, essa criança tende a desenvolver características de irritabilidade, instabilidade emocional, redução da capacidade de concentração e atenção, derivadas, como vimos, da falta de limite e da incapacidade crescente de tolerar frustrações e contrariedades.
O pediatra e psicanalista britânico Donald Winnicott dizia: “É saudável que um bebê conheça toda a extensão da sua raiva. Na vida, existe o princípio do desejo e o princípio da realidade. Uma criança a quem se cede em tudo imediatamente, ‘a quem nunca se recusou nada’, como dizem os pais, suporta mal a frustração. Muitos desses pais que cedem sempre vêem o filho no presente, ao passo que aqueles que sabem dar sem mimar vêem o filho no tempo e no futuro. Eles lhe oferecem perspectivas, lhe mostram o valor do desejo e da espera, para melhor saborear o que é obtido.”
Maria Guimarães Drumond Grupi Psicóloga, pedagoga e diretora da Escola de Educação Infantil Ponto Omega,em São Paulo
Johann e MamãeRosy
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9:14 PM

Hoje tem marmelada?? Tem sim senhor!!
Pois é gente! E o circo chegou...amo circo,desde de pequena isso me deixa fascinada. Aquele gigante de lonas...aiii, que saudades de quando era criança. Sempre que vinha circo em nossa cidade, com certeza estávamos lá...meu pai não gostava muito,mas fazia questão de levar os filhos, minha mãe gostava e gosta até hoje, acho que foi dela que herdei essa paixão por circo. E por gostar tanto,sempre incentivei meu filho a gostar também, infelizmente já não existem muito por ai, pelo menos que passam por aqui. Mas aos domingos tem um canal de TV que passa alguns numeros circense...sento com o Johann para olharmos juntos...ele se interessa mais pelo bichinhos. Principalmente cães e cavalinhos, ai ele vibra!! Sempre dizia à ele, qdo vier um circo aqui em nossa cidade, mamãe vai te levar. E o circo chegou! Lembrei de contar à ele, de quando larguei a chupeta...claro que não contei tudo, né? (pq foi com quase oito anos) Mas lembro cada detalhe daquele dia, tinha um circo lá em nossa cidade, e o Palhaço Carequinha estaria se apresentando...meu pai então decidiu fazer uma "negociação" comigo, me levaria para ver o Carequinha, se eu entregasse á ele as minhas 6 chupetas... Que situação!!! Meus irmãos prontos para ir e eu ali...sem saber o que decidir...até que resolvi... EU VOU PAI!! Darei à ele meu "bicos"! E foi assim que o Palhaço Carequinha conseguiu o que parecia impossivel. (segundo minha mãe) rssrss Mal o Circo tinha chegado e ele me cobrava: - Vamos hoje mamãe? Não filho, choveu...está tudo molhado lá, amanhã a gente vai... Até que veio um bilhete da escolinha, a turma toda iria na sessão da tarde, meu filho queria ir junto...aiaiai...mãe frustrada! Queria tanto estar com ele nesta experiência unica. Pelo menos nesta primeira vez...eu que queria estar junto, ver aquela carinha deslumbrada..aquele soriso...aqueles olhos brilhando! Mas, fazer o que...ele quria ir com os amiguinhos...me controlei e fiquei em casa imaginando tudo... Quando ele voltou, não sabia onde começar, eram tantas coisas para contar...começava a contar algo, já mudava para outro assunto...o Homem aranha, o comelo (camelo) com uma boloca (bolota) nas costas, o macaco, uma bola gaaaande com duas mocos (motos) dentro...que fazia muito barulho... Ahh, um balanço...bem alto...com uma menina bem linda lá se "balando" e um homem bem feio também se "balando" (deve ser o trapézio). Enfim gente, meu filho também amou ir ao circo...mas na próxima eu juro que vou junto, confesso que senti uma pontinha de ciumes do meu gatinho no circo com a profes....rssrssrss Ihhhhhhhhhh, acho que tenho que rever alguns conceitos!! rssrssrss
Johann e MamãeRosy
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10:15 PM
Amigas!! aqui estamos de "roupa" nova como havíamos prometido. Ainda não está totalmente acabado,mas em um ou dois dias provavelmente td como a perfeccionista da mamãe gosta...rsrs (virginiana é fogo!) Um beijo no coração até amanhã..de Deus quiser!
Johann e MamãeRosy
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2:05 PM
O sonho acabou! E lá se foi o sonho de milhões de brasileiros! Mas o que é que nosso jogadores tinham nas chuteiras? Chumbo?? Ai...que tristeze olhar este jogo...e o pior era ver o Johann torcendo par a França.rsrsrsrs Ou melhor...para qualquer um que chegasse perto da goleira! Mas no final do jogo ele escancarou... -Mamãe...não quero que o Basil ganha! Eu disse, si prá lá "urubu"...rsrsrsrsr Mas, deixando de lado as brincadeiras...infelizmente o HXAEnão aconteceu, mas a vida continua. apartir de amanhã estaremos de layout novo, esperando muitas visitinhas, muito recadinhos tb.
Eiii...não fica triste não...está pensando que o sonho acabou??? Que nada gente...ele apenas foi adiado para 2010 !!!
Desejo à vcs um ótimo domingo.
Johann e MamãeRosy
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10:30 AM
Amigas Queridas !
Nossos jogadores hoje precisam de nossas orações...façamos uma corrente...para que Deus ilumine aqueles pézinhos maravilhosos na hora do jogo... Desta vez que ver o jogo em todinho...sem levantar do sofá, já botei meu gatinho na cama bem cedo para que não esteja com soninho e nem com "rancinhos" na hora em que nosso Brasil estiver em campo, hoje quero torcer e vibrar muito...estamos cada vez mais perto do HEXA!
Vai que é tua !!!
Johann e MamãeRosy
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10:27 PM
É hooooooooje!!!
Meu gatinho nem vai na escolinha , vamos almoçar bem cedinho, vestir o "uniforme", e sentar em frente a tv...vai ter chimarrão... pipoca e bolo de chocolate, mas é claro que a mamãe só vai dar uma pequena provadinha...porque está de dieta.(e bota dieta nisso) Se não a pressão sobe novamente, e tudo que eu não quero é ter que voltar para o hospital ! Ah...e por falar em uniforme....temos uma historia sobre isso...rsrs Vamos aproveitar para contar: O Johann desde que começaram as propagandas sobre a Copa do Mundo, falava que queria uma camiseta do Basil...um coleguinha da escolinha tinha e ele queria uma também, tanto pediu, que eu disse que daria sim, uns dias depois saimos para comprar. Chegamos em algumas lojas, mas só encontrávamos de mangas curtas, e ele não queria, de maneira alguma, dizia que era béga (brega), ela já estava sem paciência, e eu...cansada. Até que em uma loja, a moça disse que "achava" ainda tinha, fomos até o fundo da loja e a balconista começou a revirar entre as outras camisetas, procurando uma de mangas comprida, no tamanho do Johann, enquanto isso, o safadinho começou a correr pela loja e derrubando as roupas que estavam penduradas nas araras...eu ia atras dele , pegava pela mãe e trazia para junto de mim,segundos depois ele sumia dali...e lá estava ele novamente, derrubando tudo...e assim foi umas tres oou quatro vezes... As balconistas atras dele juntando, e ele desmontando a loja inteira! E eu correndo atrás! Gente! Paguei o mico do ano...mas qdo consegui colar as mãos nele... a vontade que eu tive era de dar umas boas palmadas ali mesmo. (e com certeza era o que as coitadas das balconistas deveríam estar querendo também...rsrsrsrs ) Tive que me controlar, mas não comprei a bendita camiseta para ele...foi chorando até em casa...mas não voltei atras. Dias depois uma das dindas, a mais "babona" de todas, ligou de Porto Alegre para saber noticias dele...e eu, indiginada... contei o que ele tinha me aprontado na loja. Para a minha surpresa a dinda Dete me responde: " Coitadinho, é criança...vou comprar uma camiseta e um boné e no sábado eu vou levar para ele!". Pois é gente...e o safadinho venceu! Vai assistir o jogo de uniforme do BASIL!! É isso ai...mãe "tenta" educar, dindas e avós...DES-educam...rsrsrsrs Um ótimo jogo à todas nós!! Um HEXA Beijo
Johann e MamãeRosy
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